O caso da jovem que decidiu processar a própria faculdade após não conseguir emprego na área em que se formou começou a chamar atenção nas redes sociais nos últimos dias.
Formada há quase dois anos em Comunicação Visual, Juliana Ribeiro, 25 anos, afirma ter investido mais de R$ 40 mil na graduação — entre mensalidades, materiais e custos indiretos.
Mesmo assim, nunca conseguiu uma vaga na área.
“Eu fiz tudo certo. Estudei, me formei… e nada aconteceu”, relata.
Após enviar dezenas de currículos e participar de diversos processos seletivos sem sucesso, Juliana decidiu tomar uma atitude incomum: Processar a instituição onde estudou.
Na ação, Juliana alegava que a faculdade teria criado uma expectativa de empregabilidade que não se concretizou após a conclusão do curso. O processo, no entanto, foi anulado.
Segundo o advogado especialista em direito educacional Dr. Rafael Montenegro, esse tipo de ação raramente prospera.
“Instituições de ensino não têm obrigação legal de garantir emprego ao aluno. Elas oferecem formação, não colocação no mercado.”
Ou seja, apesar da frustração ser compreensível, a faculdade não tinha nenhuma responsabilidade.
O caso poderia ter terminado ali, mas ganhou outro rumo quando começou a circular entre profissionais da área de educação. Foi nesse momento que a Transfer English, uma escola de inglês com mais de 100 mil alunos ao redor do mundo, decidiu entrar em contato com Juliana apontando um fator que, segundo especialistas, limita grande parte dos profissionais brasileiros sem que eles percebam: O inglês.
Segundo Ricardo Alencar, consultor de carreira internacional:
“Sem inglês, o profissional fica preso ao mercado de trabalho local com poucas ofertas atrativas. Com inglês, o alcance muda completamente.”
Juliana aceitou a proposta da Transfer English. E o que aconteceu nos meses seguintes chamou ainda mais atenção.
Ao ser abordada, Juliana disse que também já havia gasto rios de dinheiro com cursinhos de inglês, mas nunca foi capaz de conseguir pedir uma pizza em inglês.
Mas a escola insistiu dizendo que era a única no Brasil a operar sob a metodologia de Transferência Linguística, que é a referência de todos os países com maior índice de bilinguismo do mundo, como Alemanha, Holanda e Canadá. Juliana resolveu dar um voto de confiança e aceitou a bolsa que a Transfer English lhe ofereceu. E o inesperado aconteceu: Em menos de 1 ano Juliana concluiu o programa e passou a se candidatar para vagas fora do Brasil.
Apenas 2 semanas depois de receber o diploma, conseguiu uma posição remota em uma empresa sediada nos Estados Unidos como editora de vídeo. Salário: US$ 2.400 por mês (cerca de R$ 12.000 na cotação atual).
“Eu achava que o problema era a faculdade. Que tinha me formado mal, A gente se sente despreparado, incapaz, até burro. Só agora eu percebo que era o limite das oportunidades que eu tinha acesso por não falar inglês.” Afirmou Juliana.
Sem dúvidas, até nós da redação ficamos curiosos quando descobrimos tal método. Fomos atrás desse grupo de linguistas brasileiros para entender qual era o grande segredo. E nossa conclusão, é que a simplicidade é o que torna isso tão incrível.
Você já reparou que no inglês temos várias palavras parecidas com o português? Selecionamos algumas no quadro abaixo:
Essa similaridade do português com inglês não é coincidência. Acontece que as línguas ocidentais tiveram origem de um único vocabulário, o proto-indo-europeu.
Então, o inglês e o português são quase “línguas primas” e tem mais coisas em comum do que podemos imaginar. E isso facilita muito, porque se o português é tão parecido com inglês e você já fala português, já é “meio caminho andado”.
Os criadores batizaram o método com o nome de “Transferência Linguística”, fazendo você transferir o que já sabe para a nova língua. Nivaldo Ramos, aluno da Transfer English, brinca: “Esse método de aprendizado de línguas é como disputar uma maratona dirigindo um carro. Não tem como competir”.
Por ser um método tão revolucionário, que poucas pessoas têm acesso, os criadores cobravam extremamente caro para ensiná-lo e apenas artistas e influenciadores tinham acesso a essa metodologia.
Mas, com a ajuda da tecnologia, foi possível digitalizar todo o conteúdo e colocar no formato de aulas online para democratizar ao máximo o acesso, atingindo até pessoas que antes não poderiam pagar. Foi justamente baseado nessa metodologia que a Transfer English foi fundada.
Em comemoração ao aniversário de 5 anos da plataforma que democratizou esta metodologia, os criadores disponibilizaram uma aula exclusiva gratuitamente para os nossos leitores, só que por tempo limitado.
A aula ficará liberada até o dia {hoje}.
Nos próximos minutos, você terá uma experiência diferente de tudo que já viu, sendo incentivado a usar mais seu português e ver o inglês sair da sua boca de forma natural, sem esforço. As palavras vão apenas começar a sair e quando você notar, estará falando inglês.
Inclusive, esta é a metodologia que a própria Embaixada Americana adotou para ensinar inglês aos seus funcionários:
O importante é que você aproveite a chance de aprender essa metodologia com a aula gratuita liberada e começar a usar o inglês quando precisar.
Para que o aprendizado se torne mais leve e didático, a atriz global Bia Arantes foi chamada para apresentar essa primeira aula. Na aula que você terá acesso, poderá descobrir em detalhes como esse método funciona e como a própria Bia o utilizou para melhorar seu inglês rapidamente.
Ao apertar agora mesmo no botão abaixo você será redirecionado à página especial onde está a aula gratuita.
Não perca tempo, afinal, a aula foi liberada por tempo limitadíssimo. Aproveite e reserve os próximos minutos para desenvolver seu inglês e entender profundamente como este método funciona.