Na última semana, a decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros acendeu o alerta em diversos setores da economia. A medida, que afeta principalmente exportadores de commodities e tecnologia, foi interpretada por muitos como um golpe direto à competitividade do Brasil no cenário internacional.
Mas o que pouca gente percebeu é que, por trás desse tipo de impacto econômico, existe uma deficiência estrutural que há décadas compromete os brasileiros em negociações internacionais: a barreira do idioma.
Enquanto políticos e economistas debatem as implicações macroeconômicas, empresários que dependem de exportações estão correndo para resolver um problema muito mais imediato: a incapacidade de se comunicar diretamente com parceiros estrangeiros sem depender de tradutores, intermediários ou inglês técnico decorado às pressas.
Rafael Borges, 42 anos, é diretor de uma empresa de calçados no interior de Minas Gerais. Nos últimos três anos, ele viu sua receita internacional crescer, mas sempre à sombra de terceiros — representantes comerciais, tradutores e agências.
“Durante anos, eu terceirizava a comunicação com os gringos. Achava que meu papel era só produzir. Mas percebi que eu estava perdendo dinheiro por não dominar o idioma. Numa negociação recente, deixei passar um detalhe no contrato por não entender uma cláusula simples. Isso me custou mais de R$ 80 mil”, conta.
Foi a partir dessa frustração que Rafael decidiu buscar uma solução prática.
Ele não tinha tempo para voltar à sala de aula ou fazer cursos tradicionais. Foi quando ouviu falar de um método que, segundo ele, transformou completamente a forma como lida com o inglês no dia a dia.
“Hoje sou eu quem negocia. E não é que eu falo como um americano. Mas entendo, respondo, argumento e fecho negócio.
E tudo isso graças a uma técnica que nunca me ensinaram na escola.”
Assim como Rafael, outros empresários brasileiros estão descobrindo um caminho menos óbvio — mas extremamente eficaz — para lidar com desafios internacionais como o das novas tarifas americanas: falar inglês com autonomia.
Por trás dessa mudança está um método pouco convencional, que foge da gramática engessada e foca em algo mais intuitivo, rápido e conectado ao cérebro bilíngue de forma prática.
Sem dúvidas, até nós da redação ficamos curiosos quando descobrimos tal método. Fomos atrás desse grupo de linguistas brasileiros para entender qual era o grande segredo. E nossa conclusão, é que a simplicidade é o que torna isso tão incrível.
Você já reparou que no inglês temos várias palavras parecidas com o português? Selecionamos algumas no quadro abaixo:
Essa similaridade do português com inglês não é coincidência. Acontece que as línguas ocidentais tiveram origem de um único vocabulário, o proto-indo-europeu.
Então, o inglês e o português são quase “línguas primas” e tem mais coisas em comum do que podemos imaginar. E isso facilita muito, porque se o português é tão parecido com inglês e você já fala português, já é “meio caminho andado”.
Os criadores batizaram o método com o nome de “Transferência Linguística”, fazendo você transferir o que já sabe para a nova língua. Nivaldo Ramos, aluno da Transfer English, brinca: “Esse método de aprendizado de línguas é como disputar uma maratona dirigindo um carro. Não tem como competir”.
Por ser um método tão revolucionário, que poucas pessoas têm acesso, os criadores cobravam extremamente caro para ensiná-lo e apenas artistas e influenciadores tinham acesso a essa metodologia.
Mas, com a ajuda da tecnologia, foi possível digitalizar todo o conteúdo e colocar no formato de aulas online para democratizar ao máximo o acesso, atingindo até pessoas que antes não poderiam pagar, como foi o caso da Márcia, uma das primeiras alunas a terem acesso a essas aulas.
E além disso, mais uma notícia boa: Os criadores disponibilizaram uma aula exclusiva gratuitamente para os nossos leitores, só que por tempo limitado. Se você está lendo essa matéria no dia {data} tem até às 23h59 para assistir a essa aula.
Essa é sua chance de dar o primeiro passo para, finalmente, começar a falar inglês. Faça isso agora enquanto a grande massa não teve acesso ao método. Depois que a “Transferência Linguística” se tornar de conhecimento nacional, falar inglês deixará de ser vantagem e se tornará obrigação.
Em Portugal, por exemplo, devido a uma lei antiga que impedia a dublagem nos cinemas, fez com que a população corresse atrás de aprender inglês para conseguir assistir conteúdos estrangeiros. Mesmo que a lei não esteja mais em vigor atualmente, a maioria dos filmes no cinema lá, não há dublagens e nem mesmo legendas.
Isso pode se tornar cada vez mais comum no Brasil, quando grande parte da população começar a falar inglês. Portanto, você deve se adiantar o quanto antes. Aproveite que essa aula de está liberada gratuitamente até hoje às 23h59.
Nos próximos minutos, você terá uma experiência diferente de tudo que já viu, sendo incentivado a usar mais seu português e ver o inglês sair da sua boca de forma natural, sem esforço. As palavras vão apenas começar a sair e quando você notar, estará falando inglês.
Inclusive, a própria Embaixada Americana já se adiantou e adotou o método para ensinar inglês aos seus funcionários:
O importante é que você aproveite a chance de aprender essa metodologia com a aula gratuita liberada e começar a usar o inglês quando precisar.
Para que o aprendizado se torne mais leve e didático, a atriz Bia Arantes foi chamada para apresentar essa primeira aula. Na aula que você terá acesso, poderá descobrir em detalhes como esse método funciona e como a própria Bia o utilizou para melhorar seu inglês rapidamente.
Você pode agora apertar abaixo e ser redirecionado a página especial onde está a aula gratuita. Não perca tempo, cada minuto que passa essa aula está mais perto de expirar e sair do ar. Portanto, reserve os próximos minutinhos para desenvolver seu inglês e entender profundamente como esse método funciona.