Durante anos, brasileiros pagaram caro para aprender inglês… e quase sempre desistiram no meio do caminho.
Não por falta de interesse.
Mas porque o resultado nunca vinha.
Agora, um modelo incomum começou a chamar atenção:
Uma escola decidiu devolver 100% do dinheiro para alunos que simplesmente concluírem o curso.
Sem condição escondida. Basta terminar.
A proposta, que já circula entre alunos e profissionais do setor, tem sido chamada de “diploma premiado”.
Segundo Carlos Mendes, consultor em educação e ex-diretor acadêmico de redes de ensino de idiomas:
“Isso quebra a principal objeção do aluno adulto: o medo de pagar e não conseguir chegar até o fim, conquistando a desejada fluência.”
Mas o que mais chama atenção não é o dinheiro de volta.
É o comportamento que isso começa a gerar.
Pela primeira vez, alunos que sempre desistiram… estão indo até o final.
E isso levanta uma pergunta incômoda:
Se o problema nunca foi capacidade, por que quase ninguém conseguia concluir antes?
A resposta é mais simples e mais desconfortável do que parece.
A maioria não desiste porque não quer aprender.
Desiste porque o processo não sustenta a motivação.
Segundo Mariana Tavares, especialista em comportamento educacional e consultora da Bridge Talent Group:
“O problema não é começar. É continuar. Sem recompensa clara e senso de progresso, o cérebro perde interesse.”
Cursos longos.
Resultados lentos.
Sensação de progresso quase invisível.
Com o tempo, estudar deixa de ser prioridade.
E vira mais uma pendência.
Foi exatamente esse padrão que algumas instituições começaram a questionar.
Se o maior problema é a desistência…
Por que não criar um incentivo real para que o aluno vá até o final?
Foi daí que surgiu o conceito do chamado “diploma premiado”.
Todos que concluem têm direito.
E, no meio disso tudo, surge a dúvida inevitável:
“Será que isso realmente vai funcionar pra mim?”
Conforme a notícia começou a circular, uma pergunta passou a aparecer com frequência:
“Se é só concluir… por que eu conseguiria dessa vez?”
Afinal, a maioria das pessoas que tentou aprender inglês já começou antes.
E também já desistiu.
Não uma vez. Mas várias.
Então a questão deixa de ser o dinheiro e passa a ser outra:
O que faz esse curso ser diferente o suficiente para alguém ir até o fim?
Segundo Ricardo Alencar, especialista em aprendizagem acelerada e pesquisador independente em aquisição de idiomas:
“O que mantém alguém estudando não é disciplina. É perceber progresso rápido. Quando isso acontece, a continuidade deixa de ser esforço.”
Ou seja:
Quando a pessoa sente evolução, ela continua.
Quando não sente… ela abandona.
Foi exatamente esse ponto que a Transfer English decidiu atacar.
Não com mais conteúdo.
Não com mais horas de aula.
Mas com uma forma diferente de fazer o aluno avançar mais rápido desde o início.
E é aí que entra o método de Transferência Linguística, o qual a Transfer English é pioneira e responsável por sua popularização em todo Brasil com mais de 100 mil alunos.
Além de projetos com instituições Federais e até mesmo com funcionários da própria Embaixada Americana.
Sem dúvidas, até nós da redação ficamos curiosos quando descobrimos tal método. Fomos atrás desse grupo de linguistas brasileiros para entender qual era o grande segredo. E nossa conclusão, é que a simplicidade é o que torna isso tão incrível.
Você já reparou que no inglês temos várias palavras parecidas com o português? Selecionamos algumas no quadro abaixo:
Essa similaridade do português com inglês não é coincidência. Acontece que as línguas ocidentais tiveram origem de um único vocabulário, o proto-indo-europeu.
Então, o inglês e o português são quase “línguas primas” e tem mais coisas em comum do que podemos imaginar. E isso facilita muito, porque se o português é tão parecido com inglês e você já fala português, já é “meio caminho andado”.
Os criadores batizaram o método com o nome de “Transferência Linguística”, fazendo você transferir o que já sabe para a nova língua. Nivaldo Ramos, aluno da Transfer English, brinca: “Esse método de aprendizado de línguas é como disputar uma maratona dirigindo um carro. Não tem como competir”.
Com a repercussão do chamado “diploma premiado”, a Transfer English passou a receber um volume crescente de interessados.
Mas, segundo a própria equipe, nem todos os perfis são aprovados para participar.
O motivo é simples:
Como o modelo envolve a devolução de 100% do valor ao final, a escola precisa garantir que o aluno tenha o mínimo de comprometimento para concluir.
Por isso, foi criado um processo de avaliação rápida.
Uma avaliação breve que dura em média 10 minutos.
O objetivo não é testar inglês.
É entender se a pessoa realmente pretende ir até o fim.
Segundo a equipe:
“Fazemos isso porque o benefício só faz sentido para quem realmente quer concluir. Caso contrário, a pessoa entra… e repete o mesmo ciclo de sempre.”
Para os leitores interessados, a Transfer English liberou um link exclusivo para solicitar participação no programa.
Você pode garantir o seu Diploma Premiado até dia {hoje} checando se é elegível no link abaixo:
Devido à natureza do programa, o número de vagas liberadas é limitado e varia conforme a capacidade de acompanhamento dos alunos.
Por isso, o acesso pode ser suspenso a qualquer momento.
“Aproveitar o Diploma Premiado é como se matricular numa universidade, cursar até o fim, se formar, e ao resgatar o diploma, receber de volta cada centavo que você pagou durante a formação.
Honestamente, nunca vimos nada igual no mercado, um dos benefícios mais úteis dos últimos tempos. Aplicar para o Diploma Premiado é uma decisão óbvia para quem deseja alcançar a fluência no inglês.
Mas você pode continuar fazendo como sempre fez… Ou aproveitar a primeira e única oportunidade em que você fica fluente praticamente de graça e o único requisito é não desistir.”